Esse é um espaço que tenho para escrever o que penso, o que sinto. Fazer críticas sobre a sociedade, o mundo que vivemos, as atitudes e julgamentos das pessoas.

É sempre bom ver o que os outros pensam, cada um tem seu ponto de vista, e esse é o meu. Espero que gostem, pois o que faço é com muito carinho.

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Quem conta as histórias?

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Uma pessoa que adora escrever e usa a escrita como um desabafo sobre seus sentimentos e críticas que muitas vezes tem dificuldade de expor em seu dia-a-dia. Estudante de Pedagogia da Universidade de Brasília. (ingridraina.dirgni@gmail.com)

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

Clarice Lispector

sábado, 30 de abril de 2011

A falta de ação




Ultimamente nada está acontecendo! Como irei escrever alguma coisa se não há um assunto?

Vou escrever sobre o vento. Aquele que alivia o calor, que sopra a poeira para meus olhos, aquele que joga meus cabelos para trás ou para frente.

Vou escrever sobre o sol. Aquele que me aquece no frio, que me deixa com calor, que me dá um motivo para ir a um clube.

Vou escrever sobre as lágrimas. Aquela que escorre dos meus olhos quando meu coração não agüenta mais esconder a dor, quando eu não consigo mais fingir que está tudo bem ou quando rio demais.

Vou escrever sobre o medo. Aquele sentimento que me impede de perder algo, como um amigo ou minha própria vida. Aquele que me faz crescer emocionalmente ou que me faz chorar por não dar certo.

Vou escrever sobre a felicidade. Aquela que, assim como o ar, eu sei que ela existe, mas não consigo vê-la.

Pensando bem, eu tenho muito o que escrever, o problema é que estou procurando algo maior e esquecendo das coisas que estão a minha volta. Procurando assuntos distantes e relevantes e esquecendo de valorizar o que me faz viver, o que me faz feliz. Uma brisa no calor ou um raio de sol quando estou quase congelando. Uma lágrima para aliviar a dor ou um medo pra me fazer pensar antes de agir.

Minha vida não é tão parada assim. Eu só acho isso porque estou procurando coisas grandes e esquecendo que as pequenas também fazem a diferença.



Ingrid Raina

Textos sobre bullying II




O bullying é como um círculo. Ninguém sabe onde começa e muito menos onde termina.

Uma simples brincadeira que gera outra brincadeira. Uma brincadeira que vai passando de vítima para vítima. Uma brincadeira vingativa.

Atinge todos, sem se preocupar com diferença de idade, não se importa com as conseqüências. Praticamente acontece só por acontecer.

É raro não acharmos alguém que nunca sofreu preconceitos ou foi vítima dessas brincadeiras.

Quatro olhos, gordinha, Garibalda, feia, nerd, burro.  Precisaria de um dicionário para escrever tantos apelidos indelicados e seus significados.

Seria falta de algo para fazer? Por que as pessoas se incomodam tanto com os “defeitos” dos outros? Por que elas não sabem olhar e cuidar da própria vida?!

O que leva um certo alguém a mexer com o outro que está quieto!

Acho que vocês já perceberam que eu tenho ódio disso! Chega de brincadeiras de mau gosto! Parem com tanta infantilidade! Ah! Chega!

Bullying é coisa de pessoa que não tem mais nada pra fazer, coisa de pessoa que está insatisfeito com sua vida e, ao ver alguém um pouco feliz, acaba com a felicidade dele também. Inveja! Inveja da alegria do próximo, da inteligência, da família. Inveja.

Outros textos relacionados com o Bullying:
Ingrid Raina

PREconceito, uma opinião antes do conhecimento!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A indecisão e insatisfação!




Rosa demais, preto demais. Rigoroso demais, largado demais. Muito duro, muito meloso. Muito pesado, muito leve. Escuro demais, claro demais. Grande demais, pequeno demais.

Por que temos tanta indecisão? Por que não conseguimos nos agradar com uma coisa?

Nós nunca estamos completamente satisfeitos. Sempre achamos defeitos até mesmo no que fazemos. Sempre.

Ou está muito assim, ou está muito assado. Pra que “procurar chifre em cabeça de piolho”?

Esse só foi um pequeno comentário para o novo layout do blog. Às vezes mudar faz bem...

O rosa: por que as pessoas colocaram na cabeça que rosa é cor de garotas? Por que um garoto não pode gostar de rosa? Aff pessoal! Coisa mais infantil, né?! Concordo que ficou muito feminino, uma vez que o blog não é só para garotas, mas podemos agradar todos. Estava verde e agora coloquei outra cor que combinou legal e que gostei bastante. Depois eu mudo de novo.

Beijos... Ingrid Raina


Você é confiável o bastante?

Olho para você e vejo que algo mudou. Não sei bem o que, mas algo não é mais como era antes.

Vejo seus olhos tristes quando olha para ela. Aconteceu alguma coisa? Como sempre, eu não estou sabendo de nada. Por que eu sempre sou a última a saber? E quando me contam, porque na maioria das vezes tenho que adivinhar.

Odeio ver você assim e não poder ajudar. Bem que poderia confiar mais em mim.

Só sei que quando te vejo, me dá uma dor no coração. Saber que alguma coisa ruim aconteceu e eu não estou sabendo. Alguma coisa aconteceu e eu aqui querendo ajudar no desconhecido. Sabendo que tem alguma coisa te incomodando e não poder fazer nada pra te ver sorrindo.

É tão difícil você confiar e me contar as coisas? Seria tão difícil você poder contar comigo? É complicado você ser melhor comigo? Ou será tudo culpa minha? Eu não sou confiável o bastante? Não sou amiga o bastante?

A confiança é complicada. Num mundo cheio de pessoas com más intenções, pessoas falsas, pessoas ruins, nunca se sabe em quem podemos confiar.

Tudo bem que temos que tomar cuidado, mas eu sou sua amiga! Já te deixei alguma vez na mão? Já contei seus segredos para alguém? Já de desapontei? Espero que não e, se sim, desculpa.

Já vi que você não vai me contar. É melhor eu desistir por aqui. Se, um dia, você precisar de mim, vou estar aqui, tudo bem? Vejo que agora não sou eu que vou te ajudar...

Ingrid Raina

 

Diário de viagem II

Hoje é dia 23 de abril de 2011, sábado.
No aeroporto
Viajar é muito bom, mas sempre tem que ter uma paciência extra! Aconteceram muitas coisas, tanto boas como ruins.

Depois que “dormimos” no aeroporto na quarta, fomos para o aeroporto Santos Dumont para guardar as coisas. Logo fomos passear pelo centro, tirei muitas fotos (que depois irei postar). Fiquei um pouco impressionada com a loucura do trânsito, porque tinha uns caras muito loucos e uns motoqueiros que saiam buzinando como que se falasse “fique parado que eu tô passando”, foi bastante doido.

Chegamos ao Bondinho depois de muita dificuldade. Lá andamos de Bondinho e conhecemos os morros, uma vista maravilhosa e um sol super quente.

Depois fomos ao Cristo Redentor. Surpreendentemente enorme! Nunca vi coisa tão espetacular. Isso me despertou uma curiosidade: Como o ser humano consegue fazer uma coisa milhares de vezes maior que ele? É incrível! Uma coisa tão enorme.

Depois fomos almoçar, uma comidinha boa e caseira. Nessa época as coisas são muito caras por ser feriado.

Depois continuamos passeando e tirando foto dos prédios, monumentos e outros lugares curiosos e bonitos. Simplesmente adorei o Rio, oh lugarzinho simples e com prédios lindos.

Chegamos em Copacabana e fomos conhecer o mar pela primeira vez. Eu não sou muito fã de água e areia, acho que eu não nasci pra isso. Prefiro ficar na cidade mesmo e conhecer lugares históricos. Mas foi legal, só que estávamos sem roupa de banho, então só andamos um pouco na areia e a Bianca foi no mar. Tiramos algumas fotos no mar e, claro que não podia falta, no calçadão de Copacabana.

Continuamos nosso passeio e fomos para o Maracanã, mas, chegando lá, estava fechado. Eram quase cinco horas da tarde, não dava mais tempo de conhecer. Então fomos tentas ir ao Museu Histórico Nacional, mas chegamos lá cinco e meia e já estavam fechando também. Pena que tudo fechava cedo. Só nos restava ir embora.

Voltamos para o aeroporto para pegar nossas coisas e irmos para a casa da Bia, amiga do meu tio. Ela mora em Araruama, um lugar bastante longe da Capital.

Para chegar em Araruama, tivemos que passar pela ponte Niterói, a maior ponte do mundo, com seus 13 km.

Depois de umas duas horas de viagem, chegamos na casa da Bia. A casa dela é bastante grande e bem confortável, vai ser triste ter que voltar pra Brasília...

Saindo do Aeroporto
Igreja Candelaria
Aeroporto Santos Dumont
Foto tirada do Pão de Açúcar
Eu no Pão de Açúcar
Bondinho
Eu no Cristo Redentor
Primeira vista do mar
Calçadão de Copacabana
Big Ben :P kkk
Museu Histórico Nacional
Maracanã


Texto e fotos Ingrid Raina

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