Esse é um espaço que tenho para escrever o que penso, o que sinto. Fazer críticas sobre a sociedade, o mundo que vivemos, as atitudes e julgamentos das pessoas.

É sempre bom ver o que os outros pensam, cada um tem seu ponto de vista, e esse é o meu. Espero que gostem, pois o que faço é com muito carinho.

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Quem conta as histórias?

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Uma pessoa que adora escrever e usa a escrita como um desabafo sobre seus sentimentos e críticas que muitas vezes tem dificuldade de expor em seu dia-a-dia. Estudante de Pedagogia da Universidade de Brasília. (ingridraina.dirgni@gmail.com)

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

Clarice Lispector

sábado, 20 de novembro de 2010

Seja você mesmo? Sim ( ) ou Não ( )

Seja você mesmo... Uma pequena frase que é tão repetida por tantas pessoas e para tantas pessoas. Tudo bem. A falsidade é uma das piores coisas que podemos imaginar; imagine sua “melhor amiga”, é o que você acha, mas um dia você descobre que na verdade ela só estava se aproveitando de você. Isso é legal? Pelo menos a maioria diz que não. Se você respondeu sim, deve ser porque você já fez isso ou só porque isso nunca aconteceu com você.

Seja você mesmo... E o que ganho com isso? Preconceitos, discriminações, julgamentos, perdas, exclusão. Por quê?! Simples, a pessoa não consegue viver sem julgar a outra, ela só vê defeitos, então as pessoas começam a mudar para conseguir agradar a população que está a sua volta. Ridículo? Sim, mas é a forma dela não sofrer por agir como ela mesma. Para ela ser aceita, ela tem que se “fantasiar” como uma cantora, atriz famosa; não só na maneira de se vestir, ela tem que agir, falar, decorar gírias e frases idiotas pra “estar por dentro” da MODINHA.

Ah, tinha uma coisa por trás de tudo isso... Claro, as modinhas. Estão por todos os lados. Cine, Restart, Fresno, Nx zero, conhecidos como as bandinhas emos e/ou coloridas. Nada de mais, é o gosto da pessoa, ninguém pode obrigar a pessoa a gostar ou deixar de gostar da tal música ou andar vestido com roupas, tênis, meias, lenços coloridos. Outra modinha, na internet, são os “vlogueiros”, donos de vlogs (vídeo blog), onde eles falam o que querem e como querem. Uns falam de suas vidas pessoais, outros inventam personagens e falam de temas críticos e que estão na mídia, outros falam apenas de temas interessantes, dois nomes que são bastante conhecidos pra quem conhece do assunto: PC Siqueira e Felipe Neto. Enfim, são legais, idiotas, engraçados, estúpidos, críticos, são apenas eles.

Mas será que ser você mesmo só lhe traz coisas ruins? Óbvio que não, como tudo, ser você mesmo também traz vários benefícios, você não vai começar a entrar numa depressão por não poder agir do jeito que você quer, ninguém vai desmascarar você, pois você só está agindo da sua maneira e você vai se sentir bem mais livre de fazer o que você quer.

Somente seja feliz = Seja você mesmo. Não perca seu tempo se importando com o que as outras pessoas falam de você, se elas não estão ajudando, só estão te falando coisas sem benefícios, deve ser porque você não deve ouvi-las, pois não são elas que mandam em você, isso não vai te evoluir em nada. Só ouça aqueles conselhos que realmente vão ajudar a você se tornar um vencedor e para que isso não seja necessário nenhum tipo de trapaça ou falsidade, apenas seguir em frente e batalhar.

E então, qual opção você deve marcar? Faça a escolha certa!

Sim   (  )
Não  (  )

Ingrid Raina

"O importante é ser você, mesmo que seja, estranho
Seja você, mesmo que seja bizarro bizarro bizarro." ( Máscara/ Pitty)

domingo, 14 de novembro de 2010

Fotos O mundo mágico de Escher













Fotos: Ingrid Raina

O mundo mágico de Escher




Conhecido como mestre da ilusão de ótica e pelas construções impossíveis, o artista gráfico holandês Maurits Cornelis Escher (1898-1972) terá 95 de suas obras exibidas no CCBB de Brasília a partir desta terça-feira (12). A mostra "O Mundo Mágico de Escher", que segue até 26 de dezembro, apresenta gravuras originais, desenhos e fac-símiles do artista, incluindo os trabalhos mais conhecidos. (Uol)

Mas quem é ele?

Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 - Hilversum, 27 de Março de 1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes.



Um pouco mais:

Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com impressionantes efeitos de ilusões de óptica, com Foi numa visita à Alhambra, na Espanha, que o artista conheceu e se encantou pelos mosaicos que haviam neste palácio de construção árabe. Escher achou muito interessante as formas como cada figura se entrelaçava a outra e se repetia, formando belos padrões geométricos. Este foi o ponto de partida para os seus trabalhos mais impressionantes e famosos, que consistiam no preenchimento regular do plano, normalmente utilizando imagens geométricas e não figurativas, como os árabes faziam por causa da sua religião muçulmana, que proíbe tais representações.

A partir de uma malha de polígonos, regulares ou não, Escher fazia mudanças, mas sem alterar a área do polígono original. Assim surgiam figuras de homens, peixes, aves, lagartos, todos envolvidos de tal forma que nenhum poderia mais se mexer. Tudo representado num plano bidimensional.
Destacam-se também os trabalhos do artista que exploram o espaço. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos. (wikipédia)


Então, hoje (14) eu fui com minha tia Pri, meu tio e meus primos à essa exposição, que foi simplesmente fantástica e encantadora. Além de ter sido super divertida, nos encantamos com a técnica das obras de Escher, obras com profundidade. Algumas a gente tinha a impressão de ver de cima, outras de baixo, outras se mechiam, outras você conseguia observar o horizonte, além daquelas que tinham ligações, um quadro dentro da obra que era a mesma coisa (ficou confuso mesmo, só vendo pra entender).

Ingrid Raina

sábado, 13 de novembro de 2010

O início

Tudo que começamos nem sempre temos conhecimento suficiente, por isso, quase sempre começamos pelo 0 e depois pensamos em continuar a contagem.

É sempre bom quando temos aquele apoio e a sorte conosco, mas nem sempre conseguimos chegar onde desejamos. Mas uma coisa é certa, não devemos desistir, pois cada um tem a sua hora e o seu momento.

Há algumas pessoas que já conseguiram chegar no lugar que queriam, mas com certeza não vão ficar muito tempo da mesma forma, uma hora ela vai ficar no auge e outras vezes ela vai dar uma recaída.

Não precisamos apressar o passo, pois sempre dá algo errado, você pula uma fase da trilha, mas vai sentir falta dela mais tarde. "Dê tempo ao tempo".

Sua hora vai chegar e para isso você tem que dar o seu melhor e contar com aqueles que você confia e que acreditam no seu sucesso.

Por isso comecei a fazer esse blog, para conseguir mostrar um pouco da minha escrita (rsrs). Começando aqui com o apoio da minha tia Priscila e da minha mãe Jaisa (que também tem um blog do trabalho dela: http://rjdecoracoeseva.blogspot.com/).

Então, ninguém vai pra frente se não tiver aquela ajuda... Por isso se você visitou esse blog e gostou, ou acha que algum amigo ou conhecido seu irá gostar passa a diante!!

Agradeço a todos...

Ingrid Raina

Hello world

Hello world é uma música que mostra uma rotina comum de várias pessoas, que passa uma mensagem muito bonita para todos.

Dos mesmos cantores de Need You Now. Dave Haywood (piano) , Charles Kelley (vocal) e Hillary Scott (vocal) formam o grupo de música country Lady Antebellum.

Um grupo com músicas com mensagens bonitas, com um pouco de romance, um pouco de gospel, mas que vale a pena ouvir e ver as traduções das músicas.




Ingrid Raina

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